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Justiça

A Band e Eduardo Oinegue parecem não saber como funcionou o esquema de corrupção das empreiteiras

Na última semana o âncora do Jornal da Band, Eduardo Oinegue, após a matéria que falava da associação do ex-juiz Sergio Moro com empresa que presta serviços à empreiteiras disse que ele (Moro) em seus julgamentos não levou em consideração os empregos das pessoas, quase falindo as empresas investigadas em vez de agir apenas contra os agentes/proprietários delas.

Oinegue, que foi convidado para ser porta voz do governo Temer, logo após ter trabalhado na campanha do petista e ex-ministro do governo Dilma, Alexandre Padilha, desconhece ou sua ligação com os petistas o fez “esquecer” que quase todas os contratos obtidos por essas empresas eram frutos de corrupção, pagamentos de propinas. Ou seja, Oinegue [com o aval da direção da Band] achavam que deviam continuar pagando propina, ganhando facilidades por terem pago propina ou simplesmente não percebem que eles não conseguiram mais contratos participando legalmente em licitações? Será também que eles não conhecem as leis, que não foram criadas pela Lava-Jato ou por Moro, que restringe a participação de empresas com condenações?

Oinegue, que apesar de fazer comentários sobre reportagens com uma análise que lembra os discursos da Dilma, ao criticar a contratação do ex-juiz não lembrou qual tipo de serviços essa empresa presta e que dentro do contexto faria todo sentido a participação dele [Moro], que foi idealizador de implantação de programas de compliance, e outros relacionados, também no governo federal, mas que foram retirados dos textos pelo próprio governo ou congresso.

Já não chegava os comentários estilo “Dilmês”, agora também a parcialidade da dona.

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Justiça

Bolsonaro reconduz Augusto Aras para AGU, digo, PGR

Bolsonaro decidiu reconduzir Augusto Aras para mais dois anos na PGR, Procuradoria Geral da República, mesmo agindo ele como se fosse da AGU, Advocacia Geral da União. O motivo disse é porque a PGR é um órgão do Ministério Público, quem deve denunciar possíveis casos de corrupção no âmbito do governo federal, enquanto a AGU faz a defesa do governo.

Aras muitas vezes demorou ou deixou de abrir investigações contra membros ou ações do governo, só o fazendo quando pressionado, pediu arquivamentos de processos dos mesmos, algumas sendo ignoradas, mas mantidas e investigadas pelo próprio STF. Piorando por ser um dos principais agentes que ajudaram a sepultar a Lava-Jato. Antes mesmo de ser escolhido suas críticas à ela já eram conhecidas, talvez esse foi o motivo da escolha dele por Bolsonaro.

Talvez agora que Aras está mais longe agora da cadeira no STF aberta com a aposentadoria de Marco Aurélio Melo e talvez comece a atuar como um procurador e não mais parecendo um defensor.

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Justiça

Escolha perfeita: Bolsonaristas querem a juíza Ludmila Lins Grilo no STF

A  juíza Ludmila Lins Grilo tem ganhado muitos seguidores nas redes sociais após suas postagens [incompatíveis com a posição] em que critica as restrições, definidas em LEI, de saúde, que impediam festas. As postagens subsequentes ao pedido de um advogado que sua conduta fosse investigada pelo CNJ foram ainda mais “instigantes” aos novos fãs, já que o tom infantil do texto satisfez àquele público.

Concordância absosuta

O número de comentários em sua postagem sugerindo que ela fosse indicada à uma cadeira no STF foi o maior, e nesse ponto eu CONCORDO EM GRAU, NÚMERO E GÊNERO. A Exma Grilo tem o perfil ideal que combina com os integrantes atuais do atual Supremo e está bem próximo do perfil que seus novos fãs iriam gostar, já que o outro ídolo desses mesmos fãs escolheu Kássio Marques Nunes há pouco tempo.

Assim logo chegaríamos a primazia que tem o supremo tribunal venezuelano.

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Justiça

STF e outros tribunais querem “furar a fila” da vacina

Como no Brasil quase nada surpreende, hoje sabemos que o STF e outros tribunais solicitaram “reserva” de vacinas contra o coronavírus. Além desses tribunais também apareceu um grupo de advogados, da Caixa de Assistência dos Advogados do Estado de RO (Caaro), segundo a CNN, com solicitação semelhante.

Com argumentos rasos, já que conhecemos muita, mas muita gente, que não fazem parte dos grupos prioritários, mas que estão mais expostos que boa parte da população, como os garis, por exemplo, serviço essencial, com baixos salários e maior exposição. Poderíamos citar dezenas, talvez centenas, de profissões que poderiam solicitar tal pedido, considerando apenas a profissão (o que não é o caso).

Surpreende ver sair tais pedidos de agentes do direito. A Fiocruz, felizmente, tem respondido apenas NÃO para todos eles.

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