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Mundo

A imprensa mentiu para você de novo e Boris Johnson se torna primeiro ministro britânico

Da mesma forma que a imprensa nacional e internacional vendem no exterior que grandes nomes da corrupção brasileira são apenas perseguidos políticos, também fazem com políticos de outros países com os quais não concordam com ideologia política.

Boris Johnson, antes prefeito de Londres, se tornou hoje primeiro ministro britânico, o cargo mais alto na política inglesa. Ainda é necessário o aval da rainha, contudo, a escolha de um primeiro ministro nunca foi descartada por ela.

Johnson que é para imprensa um “Trump” (não pela aparência, mas pelo posicionamento), há dias vinham criando “escândalos”, o acusavam de ter mentido sobre números durante a campanha do Brexit, e que com isso poderia processado e exilado da política, se não o fosse pelo eleitor “descontente”. Hoje, amanhecemos com a comprovação da mentira da imprensa vermelha.

O mesmo vem sendo dito mundialmente sobre os cidadãos britânicos terem mudado de ideia sobre o Brexit, no entanto, o que se ouve entre eles [não o que está escrito na imprensa] é que estão insatisfeito com a separação que ainda não aconteceu.

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Mundo

Imigrantes brasileiros representam um quarto dos estrangeiros que obtiveram título de residência para viver em Portugal

São quase 151 mil brasileiros vivendo em Portugal – 150.864 -, segundo dados divulgados pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). De 2018 para 2019 o número de brasileiros com autorização de residência cresceu 43%, quase 151 mil brasileiros em terras lusas, o maior número já registrado de imigração brasileira para o país europeu.

Os números acompanham a alta registrada de imigração para Portugal. Em 2019, pela primeira vez, Portugal atingiu a marca de meio milhão de imigrantes com autorização de residência. Já são 580 mil ao todo. Destes, um quarto são brasileiros, seguidos por cabo-verdianos, britânicos e outras nacionalidades. “Esses dados contabilizam apenas quem tem autorização de residência, não inclui quem possui dupla cidadania de Portugal ou de outro país da União Europeia, ou, ainda, os imigrantes de situação irregular”, completou a Dra. Adriana Chiaradia, advogada responsável pela assessoria jurídica “Cidadania de Portugal”.

Grande parte dos brasileiros que não possuem visto, entram como turistas em Portugal e permanecem no país, arrumam um emprego e apelam depois a um processo de regularização, que inclui o pagamento de uma multa pela permanência no território de forma irregular. Mas isso nunca é aconselhável, segundo a Dra. Adriana Chiaradia, “Isso é extremamente arriscado e pode trazer consequências para o imigrante. A começar pelo fato das oportunidades oferecidas a pessoas que estão ilegais no país, serem subempregos. Depois vem o fato de que se o imigrante for pego em situação ilegal, poderá ser deportado e até ser proibido de voltar a Portugal um dia”, disse.

E para evitar situações como essas, muitos brasileiros procuram já se mudar para Portugal com visto – que deve ser solicitado ainda no país de origem – ou, com cidadania portuguesa, que dá ao imigrante, a oportunidade de morar em Portugal ou em qualquer país que faça parte da União Europeia. “Não é raro termos algum descendente português na família e, dependendo do grau de parentesco, você pode ter direito a cidadania portuguesa e isso te abre algumas portas. Por isso, e, por tantos outros motivos, como, a facilidade na língua, por ser um país seguro etc., tem muitos brasileiros resgatando suas raízes e solicitando a dupla cidadania”, disse Chiaradia.

O perfil do público que decide se mudar para Portugal vem mudando. Antes, sobretudo na década de 1980, os imigrantes brasileiros tinham como foco o trabalho e perspectivas de regressar ao Brasil um dia. Esse público nunca deixou de existir, mas, surgiram outros perfis, como os que buscam qualidade de vida. “Um dos principais motivos para a escolha de se viver em Portugal, é sem dúvida a segurança. O país alcançou o 3º lugar na lista de países mais pacíficos do mundo, segundo o Índice Global da Paz, em 2020”, ressaltou a advogada.

A entrada de novos imigrantes tem ajudado a desacelerar a diminuição da população portuguesa. Em 2018, houve 25.980 mortes a mais do que nascimentos, e atualmente os habitantes com mais de 65 anos de idade representam 21,8% do total da população.

Para manter a população ativa atual, Portugal precisa de 75 mil novos imigrantes adultos por ano, segundo estudo da lusa Fundação Francisco Manuel dos Santos. Para isso, a esfera pública vem criando estratégias para incentivar a entrada de estrangeiros no país – especialmente os qualificados.

Dra. Adriana Chiaradia 

Formada em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pelo Centro Universitário Tereza D’Ávila (2008); Em Direito, pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2017) e Mestre em Educação, Arte e História da Cultura, pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2019). É advogada responsável pela assessoria jurídica “Cidadania de Portugal”, com sede em São Paulo, Capital. 

Contato para mais informações:

Site: www.cidadaniadeportugal.com.br

E-mail: adriana@cidadaniadeportugal.com.br

Skype: drichiaradia

Instagram: @cidadaniadeportugal

Créditos das fotos: Foto de divulgação – acervo “Cidadania de Portugal”

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Economia

Coronavírus: Com oportunidade de se tornar líder, Bolsonaro preferiu ser o vilão

Nem sempre um administrador público, em qualquer esfera, tem oportunidades de demonstrar eficiência, não só pelos quatros anos de mandato, que às vezes é pouco para iniciar e concluir ações que sejam “vistas”, já que os cidadãos, não só os brasileiros, “enxergam” somente aquilo que é físico e/ou visível, mas também em muitos casos por apenas estarem corrigindo erros de administrações anteriores.

Bolsonaro recebeu essa oportunidade com a crise do coronavírus, mas em vez de utilizá-la para demonstrar que é um líder, substantivo que ele se auto atribuiu em suas bazófias, não o fez como também deixou que dela seja um vilão. 

Quando a epidemia já era clara na China, Bolsonaro poderia ter orientando seu governo à esclarecer e definir que ações tomariam para combater uma epidemia caso chegasse ao Brasil. Não seria necessariamente deslocar prévia e desnecessariamente recursos, mas de deixar claro que ele como presidente do país, tinha ciência de um problema que poderia ter e dar segurança à população. 

Ainda que ele tivesse informações fortes de quem não era um problema [que não é o caso, pois o alerta já era mundial], a posição dele, sua função pública, exigia isso, não importando também suas opiniões pessoais. Ele inclusive poderia, não agindo como um líder de nação, não fazer nada, contudo, ele preferiu desde o início zombar e minimizar o assunto.

Vamos saltar um pouco no tempo quanto ao que estava no parágrafo anterior, pois ele repetiu as mesmas ações por várias vezes, e vendo a cada uma delas que estava errado e preferia, perdendo mais oportunidades, zombar da nova situação, como quem nunca aprende com o erro. Nesse meio tempo, politizou a questão, foi o primeiro a politizar o assunto culpando agentes políticos estrangeiros, mais tarde culpando agentes políticos nacionais, em pura contradição, o que seus seguidores fingir não ver.

Oportunidade de ouro, perdida

Quando a situação começou a se tornar mais grave decretou estado de calamidade pública. Se ele tivesse feito isso antes poderia ter dado toda a atenção que a sociedade pedia ao assunto, com o apoio popular e sem risco de não aprovação, pois se não aprovado colocaria todos [já preocupados] contra o congresso. Também ficaria com o controle do orçamento, como tem agora, escondendo o seu segundo ano com a economia pífia. A discussão política, antes do coronavírus tomar os meios de comunicação, era da previsão de seu segundo ano de mandato não haver quase nenhum crescimento, isso nas melhores previsões, com o primeiro ano já tendo sido abaixo do previsto.

Ter feito isso previamente não seria uma atitude inconsequente, além uma jogada política eficiente, já que o risco era previsível, e se tornou real. Essa falta de visão, trocada por comportamentos literalmente infantis, talvez nos deixa entender porque por quase três décadas no congresso não conseguiu aprovar quase nada, culpando os colegas por boicote de seus projetos, mesmo com ele votando várias vezes ao lado da esquerda. Inconsequente e incoerente foi após dizer que não poderia dar mais de R$ 200 de ajuda para pessoas sem fonte de renda fixa e mais tarde jogar truco, sempre subindo a aposta, contra Rodrigo Maia, chegando à triplicar o valor inicial [agora R$ 600], pouco mais de uma hora depois do congresso querer votar um valor maior que R$ 200. Ou seja, nesse momento, sem entrar no mérito de que valor é bom, mas apenas o que ele falou, desconsiderou seus argumentos na proposta anterior, não foi o corajoso que grita contra a opinião pública [não estamos falando da imprensa], muitos deles seus eleitores, para dizer: “que o congresso estaria pagando mais do que o governo pode e que gente ia morrer de fome por isso“. Outra contradição que seus seguidores não veem.

Desde o começo de seu mandato, o congresso tenta ter o protagonismo, e na oportunidade de tirar o protagonismo deles, continuou com piadas e zombarias, contrariando integrantes de seus ministérios [indo de Guedes à Moro, os mais técnicos em suas áreas, ignorando os erros dos mais ideológicos que foram caindo por suas ações que tornaram insustentáveis], o que fez desde o começo do mandato com essas [piadas e zombarias] sendo rebatidas pelos novos acontecimentos, como a epidemia já em solo brasileiro, e também pelos seus opositores políticos, os quais estariam nesse momento se vendo na obrigação de se calarem ou defenderem suas ações, ou acabarem eles sendo os vilões.

Por mais que Bolsonaro insista, é quase nula ultimamente declarações de políticos de esquerda, seja do PT ou PSOL, inclusive de Rodrigo Maia, que não podem criticar o que corretamente está sendo feito, graças às pressões públicas, e as crises, como sempre, são criadas pelo próprio ou de alguns de seus filhos. Não havendo como criticar e vendo o inimigo jogando gasolina no próprio incêndio, é mais fácil ficar olhando.

Se pegar as declarações do mesmo com diferença de dois ou três dias, se percebe que ele está minimizando sempre um problema atual que é uma evolução do que ele minimizou (muitas vezes zombou) pouco antes.

Hoje, com a situação em outro nível, ele já fala que “Pessoas vão morrer, pô, infelizmente”, “Mas é um problema de todos nós”, “É minha culpa se gente morrer? é um vírus.” ou seja, assumindo que negava, mas quase sempre no ataque [já começando a se tratar como vítima], já sabendo que críticas virão por seu comportamento anterior, e fazendo declarações contínuas como “Vocês querem a esquerda no poder”, “É isso que eles estão fazendo aí, pô, tudo isso para tomar o poder e ferrar vocês”, que é até ridículo dentro das questões que lhe são feitas fora do contexto político e que seus cegos seguidores TAMBÉM não vão perceber que está desmentindo outras declarações de sua autoria.

Bolsonaro é sua própria oposição, quando não está sendo tratorado pelo congresso, está sozinho se jogando embaixo do trator. Nem Macri foi tão eficiente em jogar votos para as mãos da esquerda numa futura eleição. 

Perorando, até um mau líder levaria os seus à segui-lo em suas ideias, por mais loucas que fossem, mas nem ele tem coragem de fazer o que fala, “pagar para ver”, no caso do coronavírus, deixam seus seguidores apenas defendendo uma causa à qual ele não vai em frente, felizmente.

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Justiça

Juiz condenado por venda de sentenças receberá auxílio-moradia com juros

O Juiz José Dantas Lira foi afastado pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte e teve os benefícios [não o salário] interrompidos enquanto era julgado por venda de sentenças, talvez não estivesse satisfeito com os rendimentos. Condenado, Lira recebe como pena o prêmio de aposentadoria compulsória, quando não precisa mais trabalhar, mas continua recebendo o salário de juiz pelo resto da vida.

Contudo, mesmo depois de condenado, ele entra na justiça e consegue no CNJ (Conselho Nacional de Justiça) que é presidido por ministros do STF, que o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte [ou seja, o cidadão pagador de impostos do Rio Grande do Norte] pague o auxílio-moradia pelo tempo que ele esteve em casa sem trabalhar enquanto era julgado, e pior, com juros e correção monetária.

A decisão foi unânime quando chegou às mãos do CNJ/STF, mesmo negada antes em instâncias inferiores. E há quem diga que o crime nunca compensa.

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