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Economia

Coronavoucher: Onyx Lorenzoni parece não saber diferenciar um site falso do governo

Onix Lorenzoni, aquele que ninguém sabe o que faz no governo Bolsonaro [mesmo sendo o primeiro escolhido por ele para seus ministérios já de início ignorando o discurso anti-corrupção de sua campanha], está agora a frente de divulgar como serão feitos os pagamentos do auxílio emergencial. Para isso ele deu hoje, 07 de Abril, uma entrevista online ao programa sensacionalista do Datena, Brasil Urgente. Mas não parecia saber bem do que falava.

Ignorando as ênfases que ele dava para certos dados que nada tinham a ver com o assunto, algo comum em suas falas, era nítido que estava com assessores ao lado, que não apareciam no vídeo, e a cada resposta dava olhadas furtivas para os lados esperando alguma confirmação [negativa ou positiva] ao que dizia.

Ao ser questionado sobre golpistas que estariam criando falsos sites e enviando links para eles através de redes sociais ou whatsapp, Lorenzoni errou duas vezes, um deles, o menor, foi dizendo que não poderiam errar ao usar o aplicativo pois “seria o único”, citando as lojas de aplicativos da Apple e Google. Errou porque é possível sim ter aplicativos falsos nessas plataformas de aplicativos, que acabam passando mesmo com os cuidados tomados pelas empresas donas delas.

Aplicativos falsos, mesmo que não sejam golpes [literalmente], da Caixa Econômica, ou outros serviços do governo, são comuns. Alguns deles apenas fornecendo os mesmos dados que o aplicativo oficial, mas com anúncios que são pagos aos seus desenvolvedores, ou outros que fazem o mesmo mas cobram uma taxa que não existiria usando os fornecidos pelas instituições públicas. Aplicativo falsos podem ser cadastrados e lesar cidadãos até que sejam removidos. Em vez de mostrar como fazer a busca, ou link do aplicativo, para chegar até ele, mostrou “na tela” a “cara” do aplicativo, como se os falsos não fossem copiá-la.

O outro erro, e pior, ao questionado sobre os sites, ele apenas disse que deveriam entrar nos que fossem os oficiais. Será mesmo que as pessoas que não sabem diferenciar tem consciência que estão entrando em um fraudulento e continuar nele? [não esperamos resposta, é uma pergunta retórica] Bastaria ele dizer que os sites oficiais tem extensão .gov.br e que deveriam DIGITAR os endereços no browser em vez de clicar nos links. Mas nem isso ele conseguiu. É difícil saber o que Lorenzoni ainda faz no governo, não só ele.

Atualização: Nos dias seguintes à entrevista absurda dado por Lorenzoni dezenas de sites e aplicativos falsos sobre o auxílio apareceram na internet e lojas de aplicativos.

 

Leia Mais:

http://odivergente.com.br/2019/03/24/onix-lorenzoni-porque-veio-e-porque-fica/

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Economia

Bolsonaro quer importar arroz e prejudicar produtores brasileiros

Diante do aumento de preços nos produtos básicos, entre ele o arroz, Bolsonaro decidiu que vai importar arroz para forçar a redução do produto no Brasil. Essa medida populista, que lembra os governos petistas/dilmistas [todo o governo de Bolsonaro é similar aos dos petistas, nas coisas morais, éticas, legais, ilegais e nas que não são assim], vai acabar prejudicando produtores brasileiros de arroz [forçando a baixa] que vêem com esse aumento uma forma de recuperar com exportações as perdas passadas.

Bolsonaristas batem palmas [exceto os bolsonaristas que produzem arroz – que talvez deixem de ser bolsonaristas] ignorando as críticas que fazem aos governos estrangeiros que tomam tal estratégia prejudicando outros países [não o deles como é o caso], como a China [ignoram o EUA – geralmente com a soja].

Apesar de ser tradicional na culinária brasileira, as pessoas podem aprender a substituir o arroz com outros produtos que não tiveram aumento, sem consequências à saúde, da pessoa e da economia do país [que tem reflexos diretos na saúde econômica e biológicas dessas mesmas pessoas]. Se eles querem pagar caro pelo nosso arroz, agora, deixe que paguem [ou parem de reclamar de ações semelhantes quando a venda é para o Brasil] e aguardem o mercado voltar ao normal, a própria redução das vendas dentro do país vai garantir isso.

Claro que eles, e os produtores, sabem que essa alta não é algo que vai se manter, não precisa de tal atitude [ou será que Guedes não sabe e age como Ciro Gomes jogando números ao vento? ou mais uma vez se cala e se rende ao populismo de Bolsonaro que jogou nele a culpa de não conseguir apoio no congresso para aprovar novo imposto e então atrasar o lançamento do Bolsa Família Bolsonarista turbinado com dinheiro do cidadão economicamente ativo?]

Bolsonaristas que compartilham teorias loucas de conspiração no “zap do Bolsonaro”, mesmo sendo boa parte do que compartilham ações criadas pelo próprio Bolsonaro, não conseguem [querem] perceber uma coisa tão básica, clara, transparente [que nem se enquadra em teoria pois já são fatos], simplesmente porque se comportam como os petistas, que continuam a xingar, chamar de comunistas, socialistas, enquanto o governo [aliado aos corruptos que antes xingavam], toma atitude essas ações comunistas/socialistas.

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Economia

Banco do Brasil vende carteira ao BTG Pactual por 12% do valor

O Bando do Brasil está tendo de se explicar porque vendeu uma carteira avaliada em R$ 2.9 bilhões por apenas R$ 371 milhões ao Banco BTG Pactual.

Tudo acontece quando há uma debandada de integrantes de alto escalão de órgãos ligados ao Ministério da Economia [que nega] mas é reforçado pela declaração de ontem do atual presidente do BB, Rubem Novaes, que pediu demissão e vai sair ao findar o mês de julho. Ele disse “não se adaptar à cultura de privilégios, compadrio e corrupção em Brasília.

Ou seja, nada diferente da época petista.

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Economia

Câmara cobra, de novo, proposta de governo para reformas, agora a Administrativa

Como já falamos aqui ontem, a câmara aprovou dois projetos importantes para o país, um relacionada à economia [aquele setor que bolsonaro usou como argumento para ignorar a pandemia, mesmo tendo em seu primeiro ano uma economia pífia, que culpou governos anteriores, e projeções piores para esse ano e que não poderia culpar ninguém, piorada com o coronavírus] e outra à aprovação do Fundeb na educação, que foi ignorada pelo governo e até mesmo pelo Ministério Olavista da Educação com Weintraub. Tanto uma como outra foram tocadas sem proposta previa do governo, exceto pequenas sugestões de última hora que aparentemente não vão passar.

Bolsonaro já acusou o congresso de tentar lhe tomar o poder de decisões, o que de início parecia ser verdade, mas quando era esperado nada fazia. Hoje, novamente, Maia cobrou do governo a proposta da Reforma Administrativa que não apareceu [considerando como foi com a Tributária e da Educação nem proposta deve existir] e possivelmente aparecerão de última hora com alguma ideia não discutida para depois Bolsonaro ir à frente do Planalto dizer que “foi uma vitória do governo” e ser ovacionado pelo membros da seita que ignoram que os projetos eram todos do congresso.

Antes tínhamos dúvida de que servia Onix Lorenzoni no governo, hoje temos dúvida do que serve o governo no governo.

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