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Economia

Dataprev: Crescem pedidos de auxílio emergencial negado, mesmo na revisão, dizendo que são funcionários públicos ou políticos eleitos, mesmo não sendo

O relato de pessoas que estão seu auxílio negado mesmo na revisão por serem considerados servidores públicos efetivos (concursados) ou com mandado político (eleitos politicamente) tem crescido a cada dia. Qualquer cidadão que um dia tenha se candidatado, mesmo não sendo eleito, ou que tenha em algum momento trabalhado em algum orgão público em modo seletivo ou temporário (não concursado), mesmo não fazendo mais parte dele.

A opção de revisão que pode ser feita pelo aplicativo ou site acaba dando o mesmo resultado, e o telefone 111 disponibilizado pela Caixa apenas dá acesso após a inserção do CPF, e quem já teve o pedido negado não tem nem como conversar com um atendente, a ligação é encerrada.

Como a Caixa não faz o atendimento dessas solicitações nas agências e o pedido só pode ser feito através de aplicativos o cidadão que necessita do auxílio acaba com as mãos abanando. Casos de pessoas que deveriam receber, inclusive servidores públicos e pessoas com alta renda, também são muitos.

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Economia

Bolsonaro quer importar arroz e prejudicar produtores brasileiros

Diante do aumento de preços nos produtos básicos, entre ele o arroz, Bolsonaro decidiu que vai importar arroz para forçar a redução do produto no Brasil. Essa medida populista, que lembra os governos petistas/dilmistas [todo o governo de Bolsonaro é similar aos dos petistas, nas coisas morais, éticas, legais, ilegais e nas que não são assim], vai acabar prejudicando produtores brasileiros de arroz [forçando a baixa] que vêem com esse aumento uma forma de recuperar com exportações as perdas passadas.

Bolsonaristas batem palmas [exceto os bolsonaristas que produzem arroz – que talvez deixem de ser bolsonaristas] ignorando as críticas que fazem aos governos estrangeiros que tomam tal estratégia prejudicando outros países [não o deles como é o caso], como a China [ignoram o EUA – geralmente com a soja].

Apesar de ser tradicional na culinária brasileira, as pessoas podem aprender a substituir o arroz com outros produtos que não tiveram aumento, sem consequências à saúde, da pessoa e da economia do país [que tem reflexos diretos na saúde econômica e biológicas dessas mesmas pessoas]. Se eles querem pagar caro pelo nosso arroz, agora, deixe que paguem [ou parem de reclamar de ações semelhantes quando a venda é para o Brasil] e aguardem o mercado voltar ao normal, a própria redução das vendas dentro do país vai garantir isso.

Claro que eles, e os produtores, sabem que essa alta não é algo que vai se manter, não precisa de tal atitude [ou será que Guedes não sabe e age como Ciro Gomes jogando números ao vento? ou mais uma vez se cala e se rende ao populismo de Bolsonaro que jogou nele a culpa de não conseguir apoio no congresso para aprovar novo imposto e então atrasar o lançamento do Bolsa Família Bolsonarista turbinado com dinheiro do cidadão economicamente ativo?]

Bolsonaristas que compartilham teorias loucas de conspiração no “zap do Bolsonaro”, mesmo sendo boa parte do que compartilham ações criadas pelo próprio Bolsonaro, não conseguem [querem] perceber uma coisa tão básica, clara, transparente [que nem se enquadra em teoria pois já são fatos], simplesmente porque se comportam como os petistas, que continuam a xingar, chamar de comunistas, socialistas, enquanto o governo [aliado aos corruptos que antes xingavam], toma atitude essas ações comunistas/socialistas.

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Economia

Banco do Brasil vende carteira ao BTG Pactual por 12% do valor

O Bando do Brasil está tendo de se explicar porque vendeu uma carteira avaliada em R$ 2.9 bilhões por apenas R$ 371 milhões ao Banco BTG Pactual.

Tudo acontece quando há uma debandada de integrantes de alto escalão de órgãos ligados ao Ministério da Economia [que nega] mas é reforçado pela declaração de ontem do atual presidente do BB, Rubem Novaes, que pediu demissão e vai sair ao findar o mês de julho. Ele disse “não se adaptar à cultura de privilégios, compadrio e corrupção em Brasília.

Ou seja, nada diferente da época petista.

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Economia

Câmara cobra, de novo, proposta de governo para reformas, agora a Administrativa

Como já falamos aqui ontem, a câmara aprovou dois projetos importantes para o país, um relacionada à economia [aquele setor que bolsonaro usou como argumento para ignorar a pandemia, mesmo tendo em seu primeiro ano uma economia pífia, que culpou governos anteriores, e projeções piores para esse ano e que não poderia culpar ninguém, piorada com o coronavírus] e outra à aprovação do Fundeb na educação, que foi ignorada pelo governo e até mesmo pelo Ministério Olavista da Educação com Weintraub. Tanto uma como outra foram tocadas sem proposta previa do governo, exceto pequenas sugestões de última hora que aparentemente não vão passar.

Bolsonaro já acusou o congresso de tentar lhe tomar o poder de decisões, o que de início parecia ser verdade, mas quando era esperado nada fazia. Hoje, novamente, Maia cobrou do governo a proposta da Reforma Administrativa que não apareceu [considerando como foi com a Tributária e da Educação nem proposta deve existir] e possivelmente aparecerão de última hora com alguma ideia não discutida para depois Bolsonaro ir à frente do Planalto dizer que “foi uma vitória do governo” e ser ovacionado pelo membros da seita que ignoram que os projetos eram todos do congresso.

Antes tínhamos dúvida de que servia Onix Lorenzoni no governo, hoje temos dúvida do que serve o governo no governo.

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