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Política

Esquerda está em desespero com saída de Moro do governo

A saída de Sérgio Moro do Ministério da Justiça foi, à princípio, comemorado pela esquerda, que ao contrário do que Bolsonaristas diziam era uma visão positiva no sentido de “se a esquerda gostou é porque fazê-lo foi bom“.

Apenas ignorância dos dois lados, bolsonaristas e petistas. Primeiro porque a comemoração petistas foi em forma de zombar de Moro que teve de ficar sem emprego e não em apoio à ele e, em segundo,  porque “caiu logo depois a ficha” de que agora eles tem um concorrente real.

Sendo ele próprio sua única oposição, Bolsonaro vinha lidando conflitos domésticos, e agora alguns graves externos, sem que tivessem sido motivados pela esquerda, mas por integrantes do seu governo e na maior parte por seus filhos, ou seja, a esquerda desorganizada depois de vários de seus líderes e financiadores presos pela Lava-Jato [de Moro] estava praticamente sentada assistindo Bolsonaro implodir sua credibilidade, que não era muita. Mas o jogo mudou quando Moro aparece como possível candidato, para o qual eles não tem NENHUMA carta exceto a narrativa que era imparcial como juiz nos casos de Lula.

Nos grupos e redes sociais petistas é notável o desespero, já que a munição que Bolsonaro os abastecia para a próxima eleição não serão muito mais úteis. Mesmo que Bolsonaro termine seu “governo” dificilmente terá apoio suficiente, até mesmo um partido, que encare tentar reelegê-lo. Tanto que o próprio Lula, que defendia qualquer coisa absurda para criticar o governo, disse que não ver motivos para impeachment de Bolsonaro [Nessa hora, quando Lula sai em apoio à Bolsonaro, os membros da seita bolsonaristas não “vêem” no sentido “se a esquerda gostou é porque ele era ruim”].

A esquerda precisa de Bolsonaro como Bolsonaro precisa da esquerda, assim eles tem sempre um “inimigo mortal” à se destruir e assim alimentar suas redes. Mas a esquerda agora tem um outro possível adversário para as eleições de 2022, já que o “aliado” Bolsonaro está se afogando em sua saliva.

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Justiça

CPI faz ligação entre Flávio Bolsonaro e lobby por casinos com Danilo Trento da Precisa

Eduardo Girão (PODEMOS), mesmo sendo considerado governista, trouxe informações importantes de uma ligação de lobby para liberação de jogos de azar na modalidade de casinos no Brasil.

Ao perguntar ao diretor da Precisa, Danilo Trento, durante a CPI da covid, hoje (23), ele questionou sobre Trento sobre os motivos de sua ida à Las Vegas onde, supostamente, estaria em contato com proprietários de grandes empresas daquela cidade, enquanto o congresso Brasileiro, com o empenho do PP (Partido Progressista – sócio do PT no mensalão), do atual chefe da Casa Civil do governo Bolsonaro, tenta aprovar a liberação de jogos semelhantes no país, que também tem o apoio de grandes “empresários do ramo religioso”, quase todos apoiadores do atual presidente.

Trento se negou à responder e na sequencia Girão comparou as datas com as de uma comitiva do Senado, paga com dinheiro público, onde foram o presidente da Embratur, Gilson Machado, atual ministro do Turismo, Hélio Negão e o responsável pelo pedido, o senador Flávio Bolsonaro, para conhecer o modelo daquela cidade americana com relação aos casinos.

Pouco antes, Trento se negou a comentar sobre a Xis Internet Fibra que, com apoio de Flávio Bolsonaro, conseguiu contato com o BNDS para tentar um financiamento público para essa empresa. Vale lembrar, que a viagem com agendas coincidentes ocorreu em janeiro de 2020, antes da pandemia, que “coincidentemente” durante a visita da Precisa à fábrica da Covaxin na Índia – em que também utilizaram as dependências do consulado do Brasil no país – foi que Bolsonaro ligou para o presidente daquele país para falar sobre a compra de vacinas que ainda não havia testes nem pedido de testes no Brasil, e que Trento negou ter algum relacionamento, anterior ou atual, com a família Bolsonaro.

São tantas coincidências e tantos “negócios” coincidentes entre pessoas da Precisa e a família Bolsonaro, antes e durante a pandemia, que é até estranho eles não pisarem um no pé do outro em algum país estrangeiro. Só isso já seria algo muito “estranho”, mesmo se não soubéssemos o restante da história.

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Política

Fundo Eleitoral bilionário é articulação de governo e congresso

Para quem tem memória curta, o mesmo aconteceu na eleição passada (com o mesmo congresso e presidente) … Mas vamos lá “explicar”:

Se o congresso aumentasse o fundo eleitoral para $ 4 bilhões, por exemplo, em qualquer momento (que não houvesse pandemia, combustíveis, gás e alimentos caros, desemprego crescendo há anos e economia pífia) já haveria reclamação. Então, para evitar um veto, é bem mais fácil combinar um valor mais alto, tipo $ 5,7 bilhões, deixar o povo reclamar e depois dizer que é o “mito” fazer um veto e combinar um valor menor, talvez os $ 4 bilhões que eram a intenção. Se funcionou assim nas eleições municipais porque não funcionaria agora?

Mas tem um probleminha, é preciso aprovar o valor alto, se não aprova não tem o que vetar ou sancionar), e por garantia é bom que os deputados e senadores bolsonaristas (políticos exemplo) ajudem garantir a aprovação dos $ 5,7 bi, no nosso “exemplo”, aí que entra filhos de presidente, os patriotas deputados e senadores governistas.

Segue o baile…

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Política

Porque Bolsonaro quer “provar” fraude em eleições de 2014

Para tumultuar é a resposta simples, pois sabe que não vai se reeleger. O motivo de escolher a eleição de 2014 também tem significado: ele não pode dizer que a eleição passada foi fraudada, pois ele se elegeu com ela. Assim ele tumultua a eleição, não aceita o resultado esperado, perder, e mantém a seita bolsonarista ativa para o pós-bolsonaro (conhecido como petismo 2.0).

Se ele tem provas de fraude na de 2014 (que nem o perdedor, Aécio, aceita ter acontecido) deveria apresentar dados efetivos da fraude, mas ele diz querer levar um “hacker do bem” para fazer uma “simulação”, ou seja, não tem provas e a simulação (bolsonaristas vão ignorar isso) mostraria que na dele, Bolsonaro, também pode ter sido feito. Então, digam que foi em 2014.

O voto já é impresso

Qualquer pessoa que não tem como fonte de informação os canais bolsopetistas sabe que o voto é impresso, nos boletins de urna com presença dos fiscais indicados pelos partidos, e a urna não pode ser invadida já que não tem conexão externa (talvez quem acredite em terra plana acredite num tipo de telepatia homem-máquina para aceitar numa invasão), é os dados além de criptografados tem chaves hash para detectar alterações (meio complicado essa parte para todos, mais ainda para bolsonaristas que devem ter achado fraude nas imagens de Jeff Bezos hoje mostrando que a terra é redonda).

A única forma de alterar os resultados seria na contagem nos servidores do TSE, e isso levaria a imaginar que todos os servidores, fiscais, integrantes dos órgãos estariam corrompidos para nenhum denunciar. Sem contar que mais tarde esses dados todos estariam disponibilizados em formato bruto para consulta pública, bastando comparar com os boletins de urna (é claro que muitos já fazem isso e ninguém achou diferença), mas os maus perdedores precisam de uma desculpa.

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