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Economia

Grupos de esquerda e funcionários podem ter levado Embraer à falência

Nesse final de semana, marcado pela saída de Moro, o anúncio da desistência da Boeing em fazer uma Join Venture acabou quase passando despercebida/desconsiderada pelos brasileiros.

A americana Boeing havia adquiro 80% da Embraer, ficando assim com o comando da empresa, mas o processo de negociação que já havia anos acabou sendo postergado por ações na justiça de empregados da empresa e por grupos de esquerda, partidos e políticos, com a narrativa de que estavam “vendendo o Brasil”.

A Embraer possui tecnologia de ponta própria, nacional, na produção de equipamentos para o transporte de pessoas, cargas e militares, contudo, com a globalização da economia, estava numa situação onde não encontrava mercado para seus produtos, o que estava levando à empresa para uma “insolidez“, motivo pelo qual foi feita a procura por um parceiro que tivesse acesso à mercados ao qual a Embraer não estava conseguindo entrar, foi aí que apareceu a Boeing.

A negociação teria avançado mais rápido sem os empecilhos ideológicos e teria se efetivado antes da epidemia do coronavírus que atingiu primeiro e  com força o mercado de aviação. Sem perspectiva de melhoria a Boeing rompeu o acordo e a junção da empresas não foi efetivada.

O que sobrou agora? deixada pela maior empresa do ramo, em um mercado quebrado, e se ela que já não andava bem mesmo quando ele ainda prosperava, agora se vê sozinha. em busca de outro parceiro, só que agora em situação de submissão, vai ter de aceitar uma talvez menos lucrativa, uma vez que a Boeing é a maior entre elas, isso se encontrar. E com um governo em envolto em escândalos, o que já acontece há décadas, com uma economia já pífia, mesmo antes do coronavírus, uma ajuda pública será difícil.

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Economia

Bolsonaro quer importar arroz e prejudicar produtores brasileiros

Diante do aumento de preços nos produtos básicos, entre ele o arroz, Bolsonaro decidiu que vai importar arroz para forçar a redução do produto no Brasil. Essa medida populista, que lembra os governos petistas/dilmistas [todo o governo de Bolsonaro é similar aos dos petistas, nas coisas morais, éticas, legais, ilegais e nas que não são assim], vai acabar prejudicando produtores brasileiros de arroz [forçando a baixa] que vêem com esse aumento uma forma de recuperar com exportações as perdas passadas.

Bolsonaristas batem palmas [exceto os bolsonaristas que produzem arroz – que talvez deixem de ser bolsonaristas] ignorando as críticas que fazem aos governos estrangeiros que tomam tal estratégia prejudicando outros países [não o deles como é o caso], como a China [ignoram o EUA – geralmente com a soja].

Apesar de ser tradicional na culinária brasileira, as pessoas podem aprender a substituir o arroz com outros produtos que não tiveram aumento, sem consequências à saúde, da pessoa e da economia do país [que tem reflexos diretos na saúde econômica e biológicas dessas mesmas pessoas]. Se eles querem pagar caro pelo nosso arroz, agora, deixe que paguem [ou parem de reclamar de ações semelhantes quando a venda é para o Brasil] e aguardem o mercado voltar ao normal, a própria redução das vendas dentro do país vai garantir isso.

Claro que eles, e os produtores, sabem que essa alta não é algo que vai se manter, não precisa de tal atitude [ou será que Guedes não sabe e age como Ciro Gomes jogando números ao vento? ou mais uma vez se cala e se rende ao populismo de Bolsonaro que jogou nele a culpa de não conseguir apoio no congresso para aprovar novo imposto e então atrasar o lançamento do Bolsa Família Bolsonarista turbinado com dinheiro do cidadão economicamente ativo?]

Bolsonaristas que compartilham teorias loucas de conspiração no “zap do Bolsonaro”, mesmo sendo boa parte do que compartilham ações criadas pelo próprio Bolsonaro, não conseguem [querem] perceber uma coisa tão básica, clara, transparente [que nem se enquadra em teoria pois já são fatos], simplesmente porque se comportam como os petistas, que continuam a xingar, chamar de comunistas, socialistas, enquanto o governo [aliado aos corruptos que antes xingavam], toma atitude essas ações comunistas/socialistas.

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Economia

Banco do Brasil vende carteira ao BTG Pactual por 12% do valor

O Bando do Brasil está tendo de se explicar porque vendeu uma carteira avaliada em R$ 2.9 bilhões por apenas R$ 371 milhões ao Banco BTG Pactual.

Tudo acontece quando há uma debandada de integrantes de alto escalão de órgãos ligados ao Ministério da Economia [que nega] mas é reforçado pela declaração de ontem do atual presidente do BB, Rubem Novaes, que pediu demissão e vai sair ao findar o mês de julho. Ele disse “não se adaptar à cultura de privilégios, compadrio e corrupção em Brasília.

Ou seja, nada diferente da época petista.

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Economia

Câmara cobra, de novo, proposta de governo para reformas, agora a Administrativa

Como já falamos aqui ontem, a câmara aprovou dois projetos importantes para o país, um relacionada à economia [aquele setor que bolsonaro usou como argumento para ignorar a pandemia, mesmo tendo em seu primeiro ano uma economia pífia, que culpou governos anteriores, e projeções piores para esse ano e que não poderia culpar ninguém, piorada com o coronavírus] e outra à aprovação do Fundeb na educação, que foi ignorada pelo governo e até mesmo pelo Ministério Olavista da Educação com Weintraub. Tanto uma como outra foram tocadas sem proposta previa do governo, exceto pequenas sugestões de última hora que aparentemente não vão passar.

Bolsonaro já acusou o congresso de tentar lhe tomar o poder de decisões, o que de início parecia ser verdade, mas quando era esperado nada fazia. Hoje, novamente, Maia cobrou do governo a proposta da Reforma Administrativa que não apareceu [considerando como foi com a Tributária e da Educação nem proposta deve existir] e possivelmente aparecerão de última hora com alguma ideia não discutida para depois Bolsonaro ir à frente do Planalto dizer que “foi uma vitória do governo” e ser ovacionado pelo membros da seita que ignoram que os projetos eram todos do congresso.

Antes tínhamos dúvida de que servia Onix Lorenzoni no governo, hoje temos dúvida do que serve o governo no governo.

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