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Economia

Nova Dilma? Bolsonaro faz propostas que podem levá-lo à impeachment por crimes de responsabilidade fiscal

Desesperado após ver sua credibilidade ir à limites baixíssimos, Bolsonaro agora tenta desesperadamente criar políticas populistas, como fizeram os governos petistas, para tentar [em forma de bolha] aquecer artificialmente a economia. O PIB do primeiro ano do governo foi pífio e abaixo da previsão já baixa do governo. O desse ano de 2020 já era considerado baixíssimo e considerado irreal por economistas fora do governo, e acabou piorado pela crise pandêmica.

Após ver o desastre que teve no tratamento à crise viral, o que piorou com o “caso Moro”, Bolsonaro agora tenta lançar planos, sem aval de Guedes que atritou com os responsáveis pela ideia, que violam o teto de gastos [que o ministro da economia não aceita], na tentativa de criar um ambiente econômico ficticiosamente bom, similar à liberação de crédito nos governos Dilma, que levou à uma bolha que, quando estourou, deixou um endividamento pessoal alto.

As intenções de Bolsonaro reflete apenas uma tentativa de ter em 2022 argumentos para contornar todos os problemas que serão empecilhos à sua reeleição, que eram eles o descumprimento total de suas promessas de campanhas, todas elas, o descaso com a pandemia e a economia decadente.

Na semana passada em entrevista coletiva sobre propostas econômicas, onde Guedes era apenas “coadjuvante”, sugeriram um plano [Pró Brasil] que só tinha o nome até então, deixando todos confusos. Chamaram um coletiva para apresentar um plano econômico, quando nem mesmo um plano claro tem sobre o combate ao coronavírus, mas não sabiam dizer o que seria esse plano; tinham um valor definido [R$ 30 bilhões], mas nem mesmo sabiam de onde sairia o dinheiro [que eles mesmo dizem não ter ao falar do auxílio emergencial].

Os problemas econômicos seriam até mais evidentes, e estavam sendo após a declaração do próprio governo de previsão do PIB em 2020 que acabaram sendo ocultados pelo início da crise de saúde, mas ele ganhou “fôlego” ao pedir situação de calamidade pública pela “gripezinha”, o que o autorizou a gastar mais que o previsto em orçamento, não considerando assim um crime.

Outras propostas aparecem hoje, todas extrapolando o teto de gastos, mas a autorização do congresso para que isso fosse feito era para uso no combate ao coronavírus e não em uso de outras áreas para quais o orçamento já era definido e não tem influência na pandemia, e visivelmente, uma intenção amadora [considerada por qualquer economista ou mesmo qualquer cidadão que já viu o mesmo várias vezes desde o governo Sarney] de aparentar prosperidade enquanto o endividamento cresce e quem pagará a conta no fim, e com juros, será o contribuinte.

Ou seja, se continuar com essa ideia poderá sofrer um impeachment por crimes de responsabilidade fiscal como Dilma Roussef e será tão justo quanto o dela.

Atualização: Na tarde ontem Guedes acalmar os ânimos dizendo que as propostas dentro do “Pró-Brasil” serão feitas dentro das metas estabelecidas pelo Ministério da Economia sem ultrapassar o teto de gastos. Se isso for verdade podemos então considerar que ele vai “matar” partes das suas para ceder às outras ou que está sobrando dinheiro que ele não pretendia usar. Em ambos os casos sem sentido algum.

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Economia

Bolsonaro faz discurso de esquerda na Ceagesp

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Bolsonaro foi a Ceagesp hoje inaugurar um relógio, fazendo uma enorme aglomeração com ele sem máscara e todos no palco, e muitos no público, enquanto a pandemia, que eles diz estar no “finalzinho”, cresce exponencialmente.

Bolsonaro, contrariando os discursos liberais de campanha falou ao público lembrando, sem por nem tirar como o ex-presidente Lula. Populista, corporativista, socialista. Foi um discurso PURAMENTE DE ESQUERDA. Por votos vale tudo né? e ele está desesperado por eles, já que a “CMPF” nova não sai para pagar a versão do bolsa-família que ele precisa antes de 2022.

Não assistiu? fica aí o vídeo, só não se engane, é Bolsonaro sim, não é Lula [apesar que só o nome difere].

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Economia

Mais impostos para Brasileiros, menos impostos para estrangeiros

No mesmo dia que Bolsonaro promove isenção de impostos para importação de armas de fogo, beneficiando empresas estrangeiras, Paulo Guedes volta a falar em acabar com subsídios à empresas brasileiras, ou seja, mais impostos para para essas empresas.

Bolsonaro, o “patriota” e suas “prioridades”.

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Economia

Bolsonaro quer importar arroz e prejudicar produtores brasileiros

Diante do aumento de preços nos produtos básicos, entre ele o arroz, Bolsonaro decidiu que vai importar arroz para forçar a redução do produto no Brasil. Essa medida populista, que lembra os governos petistas/dilmistas [todo o governo de Bolsonaro é similar aos dos petistas, nas coisas morais, éticas, legais, ilegais e nas que não são assim], vai acabar prejudicando produtores brasileiros de arroz [forçando a baixa] que vêem com esse aumento uma forma de recuperar com exportações as perdas passadas.

Bolsonaristas batem palmas [exceto os bolsonaristas que produzem arroz – que talvez deixem de ser bolsonaristas] ignorando as críticas que fazem aos governos estrangeiros que tomam tal estratégia prejudicando outros países [não o deles como é o caso], como a China [ignoram o EUA – geralmente com a soja].

Apesar de ser tradicional na culinária brasileira, as pessoas podem aprender a substituir o arroz com outros produtos que não tiveram aumento, sem consequências à saúde, da pessoa e da economia do país [que tem reflexos diretos na saúde econômica e biológicas dessas mesmas pessoas]. Se eles querem pagar caro pelo nosso arroz, agora, deixe que paguem [ou parem de reclamar de ações semelhantes quando a venda é para o Brasil] e aguardem o mercado voltar ao normal, a própria redução das vendas dentro do país vai garantir isso.

Claro que eles, e os produtores, sabem que essa alta não é algo que vai se manter, não precisa de tal atitude [ou será que Guedes não sabe e age como Ciro Gomes jogando números ao vento? ou mais uma vez se cala e se rende ao populismo de Bolsonaro que jogou nele a culpa de não conseguir apoio no congresso para aprovar novo imposto e então atrasar o lançamento do Bolsa Família Bolsonarista turbinado com dinheiro do cidadão economicamente ativo?]

Bolsonaristas que compartilham teorias loucas de conspiração no “zap do Bolsonaro”, mesmo sendo boa parte do que compartilham ações criadas pelo próprio Bolsonaro, não conseguem [querem] perceber uma coisa tão básica, clara, transparente [que nem se enquadra em teoria pois já são fatos], simplesmente porque se comportam como os petistas, que continuam a xingar, chamar de comunistas, socialistas, enquanto o governo [aliado aos corruptos que antes xingavam], toma atitude essas ações comunistas/socialistas.

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