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Para defender Bolsonaro, Rodrigo Constantino passa vergonha no Twitter

Na tarde de hoje, sábado (28), Rodrigo Constantino, defensor ferrenho de Bolsonaro, extrapolou os limites máximos aceitáveis de parcialidade ao defender o presidente que [mesmo errando todo dia, desde o início da crise] tem dito que não acredita nos números de infectados e mortos no Brasil vítimas de contágio pelo Coronavírus. Bolsonaro preferiu ignorar seu ídolo Trump, que viu crescer o número de contaminação ao aumentar o número de pessoas que deviam fazer o teste.

Aos fatos, Constantino postou em sua conta no Twitter: “Tem uma coisa que precisa ser esclarecida, para não gerar pânico extra: se o sujeito tinha câncer, hipertensão, diabetes, HIV e 80 anos, ele não morreu DE coronavírus; este foi apenas a pá de cal de alguém que estava com o pé na cova. Devemos ser cuidadosos com as palavras…”

Tão cuidadoso com as palavras que foram suas próprias palavras que levaram até seus seguidores (se até o Lula tem um monte porque ele não?), à criticarem. Muitos o fizeram por dizer que alguém com algumas dessas doenças está com o “pé na cova”, enquanto ele rebate seus seguidores dizendo que era sobre quem tem todas essas doenças em conjunto. Mas o que ele esperava, que seus seguidores fossem compreensivos, nesse caso não seriam seus seguidores.

CONTUDO, não é essa a questão, muitos que não estão no mesmo nível político e intelectual de Constantino nem levaram o “pé na cova” em questão, mas a forma sórdida e incorreta da informação. Ele está certo, ninguém morre de coronavírus, aliás, essa variedade de coronavírus (nome o oficial Sars-CoV-2) foi o nome dado ao vírus, e Covid-19 à doença causada por ele.

Da mesma forma que ninguém morre de HIV, o vírus, nem de AIDS, a doença causada pelo HIV, e sim de outras doenças, algumas até muito leves mas que não são combatidas devido a deficiência de imunidade causada pela AIDS, a Covid-19 prejudica pessoas que já tem algumas doenças específicas [já alertamos desde o início aqui no site que havia um erro sobre não afetar crianças] como as respiratórias, cardiovasculares e diabéticas. Por isso afetarem em especial idosos quando essas doenças são mais comuns e as vezes combinadas.

Ou é ignorância de Rodrigo Constantino ou tentou usar a ignorância da população [e nesses dias percebemos que ainda é muito grande] para defender o uso irregular de informações de forma política.

Um seguidor logo na sequencia usou como exemplo (desenhou), ao que Constantino tentou argumentar, os que morreram nos guetos durante a segunda guerra.

Outro exemplo mais simples para explicar o que constantino quis dizer: O cara que sofre um acidente de carro morre por fraturas, paradas cardíacas, incendiado, afogado [caso caia na água].. ou seja, considerando a postagem dele, não seria um acidente de trânsito. Vai entender.

Não se combate a imprensa suja, como sugere ele mesmo sugere, sendo motivo de chacota para ela.

 

 

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JORDANA BUSSE: um caso de sucesso em meio a pandemia

Um caso de sucesso em meio a pandemia

Jordana Busse é natural de Divinópolis, Minas Gerais, vive em São Paulo, casada e tem duas filhas.  Abriu seu restaurante no centro histórico em Santana de Parnaíba. Jordana foi bailarina por 20 anos e interrompeu sua carreira de dançarina após complicações de saúde que surgiram na gravidez, mas isso para ela não foi um problema, foi uma oportunidade, pois além de uma de suas grande alegrias, sua filha ter nascido e estar esbanjando saúde, a mineirinha trocou os pés pelas mãos, arregaçou as mangas e literalmente colocou as mãos na massa. 

Ela passou a se preparar em cursos diversos da área gastronômica, eis que chamou a atenção pelo seu talento e então participou do Masterchef Brasil exibido pela Band. Não parou por aí e também participou do Mestres da Sabotagem exibido pela SBT e Discovery Chanel, levando o segundo lugar. 

Nesse meio tempo, em plena pandemia, respeitando os protocolos de segurança e superando as dificuldades do cenário mundial, abriu o restaurante Tartaruga Mineira, restaurante com iguarias regionais mineiras mas em São Paulo. Busse ainda arranja tempo para manter suas redes sociais ativas com receitas e dicas sobre culinária que podem ser vistas em https://www.instagram.com/jordanabussechef/ @tartarugamineiragastronomia

A chef Jordana Busse conta um pouco sobre sua jornada.

Ser empreendedor no Brasil já é difícil, como conseguiu ser empreendedora e em meio a pandemia?

Tive tanta fé e força de vontade que consegui romper as barreiras para conquistar um sonho, quando quer, quer, não há obstáculos, você arregaça as mangas e corre atrás.

Meu marido me ajudou muito, não mediu esforços, ele abraça todos os meus sonhos e juntos nos esforçamos o máximo para abrir o restaurante para mim e darmos conta juntos de duas filhas pequenas e rotina com a escola, dois cachorros, um papagaio e um gato. Com a ajuda do Pedro que mantêm a sua profissão de médico, tenho respaldo e suporte para correr atrás dos meus projetos, conseguimos dar conta da rotina de casa e trabalho dia e noite.

Como é a receptividade dos paulistanos com a comida mineira? Você teve que fazer alguma adaptação nos pratos para agradar o público de SP?

No início tive medo se conseguiria agradar ao paladar dos clientes, recebi críticas que diziam que a comida mineira não iria agradar aos paulistas e paulistanos. Eu só pensava que em São Paulo tem um monte de restaurante mineiro, mas não têm um chef mineiro, então não dei ouvido as críticas, invoquei minhas origens mineiras e acreditei em mim, pus fé. Monto os pratos de maneira elegante, aposto na apresentação para os clientes comerem com os olhos além de cativar pelo sabor. Mesmo respeitando as origens, dei meu toque e transformei pratos simples em pratos nobres, isso o pessoal gosta bastante.

Dei meu toque e transformei pratos simples em pratos nobres, isso o pessoal gosta bastante.

Eu montei uma lasanha que tem 100% de aceitação, faz sucesso por aqui, cuja a massa quem ajudou a montar a receita foi minha filha Maria Cecília de 6 anos. Tem muita saída em Alphaville. É um prato que lembra muito a cozinha italiana, não tem raiz mineira, mas sirvo no Tartaruga Mineira.

O meu pernil marinado na cerveja com molho de laranja tem muita saída. As pessoas vão a loucura! E sempre capricho na apresentação.

Então a princípio tive um pouco de dificuldade, mas com o meu tempero que dá um saborzinho diferente fui conquistando cada cliente com a minha própria  gastronomia com raízes mineiras e italianas. Agora estou recebendo clientes da cidade de São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Osasco e região.

Você é associada ao FIC Brasile (Federação Italiana de Cozinheiros), de comida italiana. Então tem planos para abrir novo restaurante focado na gastronomia italiana ou internacional?  

No meu restaurante já mesclo um pouco de algumas raízes regionais e internacionais, além da gastronomia mineira e italiana. Tenho planos para abrir mais Tartarugas Mineiras pelo Brasil a fora e também abrir um restaurante italiano inovador para o Brasil, em São Paulo.

Você levou algo que aprendeu no Masterchef e Mestres da Sabotagem para o Tartaruga Mineira?

Sim! Além da concentração e ter foco, aprendi ser muito ágil, entregar os pratos com perfeição dentro do prazo esperado para cada cliente.  O nome do meu restaurante é um paradoxo porque a “Tartaruga” aqui é super ligeira e italianada (risos). 

O Jacquin (Érick Jacquin, jurado do Masterchef Brasil) falava para mim que o meu “tomporo” (tempero com sotaque francês) é maravilhoso, gostou muito e disse “você é uma ótima cozinheira“! Isso ficou marcado na minha memória, foi o que eu me lembrava e me fez aguentar as críticas iniciais para abrir o meu próprio negócio. O Jacquin deu o empurrão que eu precisava pra eu perceber que eu não era a vergonha da profissão. Espero que ele venha me visitar e comer no meu restaurante. 

Outra memória que me enche os olhos de água foi quando apresentei minhas bruschettas para o chef Giuseppe, ele elogiou muito o prato, disse que se lembrou da infância dele, lembrou do país dele, das cores do país, do cheiro, do sabor, ele disse que estava tudo perfeito, tanto é que estou no artigo Mestres da Sabotagem da Wikipédia por causa dos dois melhores pratos do programa, ambos eu que fiz, a bruschetta e também o nhoque. 

JORDANA BUSSE, mulheres empreendedoras
Ex masterchef Brasil e segunda colocada no programa Mestres da Sabotagem

O que você diria pra quem está começando na área de gastronomia?

Vão em frente! O caminho é árduo, mas gratificante!  É diferente você somente participar de um programa de TV e tocar seu próprio negócio.  Na prática é outra história. Tudo depende do seu esforço, pois aqui fora o nosso júri são nossos clientes. Os clientes são o maior e melhor palpite para nosso crescimento do dia a dia!

Aqui fora o nosso júri são nossos clientes. Os clientes são o maior e melhor palpite para nosso crescimento do dia a dia!

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Yngrid Pinto explica como seu projeto ajuda mulheres vítimas de violência durante pandemia

Em todo o mundo a violência contra as mulheres aumentou durante a pandemia. E os problemas econômicos trazidos pelo vírus ao mundo tornou as vítimas ainda mais vulneráveis, já que elas podem muitas vezes acabarem se tornando as responsáveis por todas as despesas da família, seja por não aceitarem a violência causada pelo trauma desses momentos ou até mesmo por talvez serem as únicas que tenham mantido rendimento, o que para muitos homens não é aceitável e acabam “descontando” em suas parceiras.

Você pode acompanhar a entrevista de Yngrid Pinto, idealizadora do coletivo Maria Vamos Juntas no site Medium/Revista Brado, Clicando aqui nesse link:

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Sri-Lanka tem xarope milagroso contra Covid

O ministro da saúde do Sri Lanka anunciou uma cura milagrosa com proteção vitalícia.

A epidemia de coronavírus voltou a irromper seriamente no Sri Lanka nas últimas semanas. Não seria uma notícia interessante em si, mas o picante da história vem do fato de que o ministro da saúde do país, Pavithra Wanniarachchi, ter anunciado um xarope de ervas que promete imunidade eterna ao vírus, em princípio.

O mais interessante, ou melhor, ridículo, é que o xarope antiviral foi desenvolvido por um xamã (líder religioso) que afirma que um sonho inspirou a receita. A calda é composta principalmente de mel e noz-moscada.

Curiosamente, o Sri Lanka não é o único país onde coisas semelhantes foram anunciadas a subordinados do estado. O presidente de Madagascar, Andry Rajoelina, também deu seu nome a uma poção de ervas que ele diz que ajudará a prevenir a doença. A única diferença entre os chás deles e a ivermectina e cloroquina daqui, é que as receitas não estão embaladas em caixas de papel.

Pelo visto o bolsonarismo já contaminou, além da covid, os governantes do Sri-Lanka.

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