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Justiça

Vazamentos Lava Jato: The Intercept Brasil não faz jornalismo, faz politicagem

Ontem o site The Intercept Brasil fez uma série de publicações que dizem ser de mensagens obtidas ilegalmente de celulares de membros da justiça brasileira. Contudo, apenas estão cometendo um crime, simplesmente porque não podem provar que o conteúdo seja verdade, a não ser que admitam quem foi o responsável pela interceptações ilegais.

Os jornalistas e veículos não tem obrigação de fornecer quem são suas fontes, são protegidos pela lei, mas devem comprovar a veracidade do conteúdo mesmo que não tenham que comprovar o caminho chegado à ele. No caso dos vazamentos criminosos das mensagens trocados pela força tarefa da Lava-Jato a única forma de comprovar que sejam verdadeiros é que os donos das mensagens digam que sejam, caso contrário quem poderá fazê-lo? apenas o responsável pelo vazamento, e se o responsável é anônimo, como diz as publicações, o The Intercept Brasil simplesmente não tem comprovação nenhuma que o conteúdo é real. O The Intercept Brasil é o responsável pelas interceptações ilegais?

Quem assina alguns textos, e quem tem dado repercussão à eles desde ontem, é o jornalista americano Glenn Greenwald, que mora no Brasil há alguns anos e que abertamente sempre presta apoio aos ex-presidentes Lula e Dilma, ambos acusados de corrupção, sendo Lula já condenado duas vezes [inclusive em segunda instância, da qual Moro não tem decisão alguma]. Basta apenas citar o nome do Glenn no Google ou YouTube para comprovar sua posição política, que embasa seus textos.

Greenwald ficou conhecido como o responsável pela divulgação dos dados secretos dos governos americanos e aliados, os mesmos que foram/eram publicados no site Wikileaks, obtidos pelo militar Bradley Manning e Edward Snowden. Ou seja, em ambos os casos que o tornaram famoso não foi pela sua competência jornalista, em investigar, foi apenas em aceitar repassar os dados já compilados por terceiros. Sua atuação jornalística, tanto no Brasil como nos Estados Unidos, sempre foram claramente com peso político.

Juízes podem, e devem, solicitar investigações e diligências [Alexandre Moraes e Toffoli fizeram muito isso na caça aos suposts “fake-news” do STF], não há nada de irregular que tenha acontecido já que Moro e Dallagnol faziam parte de um grupo criado justamente para o fim dessas investigações [a chamada Lava Jato]. Em um twitt Greenwald coloca os dois membros do judiciário no mesmo nível do termo “facção”.

 

Mesmos que as mensagens sejam verdadeiras a divulgação delas ainda está sob avaliação de cometimento de crime. Será que nesse caso o STF, através de Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, vão dar toda atenção que deram aos sites que os criticavam ou vão considerar o conteúdo [não verificados] mesmo sendo inválido,  material obtido de forma ilegal? Na ânsia de soltar Lula que tem alguns não duvido que nesse caso o material sem valor seja levado em consideração.

Por fim, nada torna os corruptos investigados pela Lava Jato inocentes ou menos corruptos.

Leia Mais:
Lava Jato: Até agora se vê apenas crime do The Intercept Brasil

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Justiça

CPI faz ligação entre Flávio Bolsonaro e lobby por casinos com Danilo Trento da Precisa

Eduardo Girão (PODEMOS), mesmo sendo considerado governista, trouxe informações importantes de uma ligação de lobby para liberação de jogos de azar na modalidade de casinos no Brasil.

Ao perguntar ao diretor da Precisa, Danilo Trento, durante a CPI da covid, hoje (23), ele questionou sobre Trento sobre os motivos de sua ida à Las Vegas onde, supostamente, estaria em contato com proprietários de grandes empresas daquela cidade, enquanto o congresso Brasileiro, com o empenho do PP (Partido Progressista – sócio do PT no mensalão), do atual chefe da Casa Civil do governo Bolsonaro, tenta aprovar a liberação de jogos semelhantes no país, que também tem o apoio de grandes “empresários do ramo religioso”, quase todos apoiadores do atual presidente.

Trento se negou à responder e na sequencia Girão comparou as datas com as de uma comitiva do Senado, paga com dinheiro público, onde foram o presidente da Embratur, Gilson Machado, atual ministro do Turismo, Hélio Negão e o responsável pelo pedido, o senador Flávio Bolsonaro, para conhecer o modelo daquela cidade americana com relação aos casinos.

Pouco antes, Trento se negou a comentar sobre a Xis Internet Fibra que, com apoio de Flávio Bolsonaro, conseguiu contato com o BNDS para tentar um financiamento público para essa empresa. Vale lembrar, que a viagem com agendas coincidentes ocorreu em janeiro de 2020, antes da pandemia, que “coincidentemente” durante a visita da Precisa à fábrica da Covaxin na Índia – em que também utilizaram as dependências do consulado do Brasil no país – foi que Bolsonaro ligou para o presidente daquele país para falar sobre a compra de vacinas que ainda não havia testes nem pedido de testes no Brasil, e que Trento negou ter algum relacionamento, anterior ou atual, com a família Bolsonaro.

São tantas coincidências e tantos “negócios” coincidentes entre pessoas da Precisa e a família Bolsonaro, antes e durante a pandemia, que é até estranho eles não pisarem um no pé do outro em algum país estrangeiro. Só isso já seria algo muito “estranho”, mesmo se não soubéssemos o restante da história.

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Justiça

Bolsonaro reconduz Augusto Aras para AGU, digo, PGR

Bolsonaro decidiu reconduzir Augusto Aras para mais dois anos na PGR, Procuradoria Geral da República, mesmo agindo ele como se fosse da AGU, Advocacia Geral da União. O motivo disse é porque a PGR é um órgão do Ministério Público, quem deve denunciar possíveis casos de corrupção no âmbito do governo federal, enquanto a AGU faz a defesa do governo.

Aras muitas vezes demorou ou deixou de abrir investigações contra membros ou ações do governo, só o fazendo quando pressionado, pediu arquivamentos de processos dos mesmos, algumas sendo ignoradas, mas mantidas e investigadas pelo próprio STF. Piorando por ser um dos principais agentes que ajudaram a sepultar a Lava-Jato. Antes mesmo de ser escolhido suas críticas à ela já eram conhecidas, talvez esse foi o motivo da escolha dele por Bolsonaro.

Talvez agora que Aras está mais longe agora da cadeira no STF aberta com a aposentadoria de Marco Aurélio Melo e talvez comece a atuar como um procurador e não mais parecendo um defensor.

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Justiça

Escolha perfeita: Bolsonaristas querem a juíza Ludmila Lins Grilo no STF

A  juíza Ludmila Lins Grilo tem ganhado muitos seguidores nas redes sociais após suas postagens [incompatíveis com a posição] em que critica as restrições, definidas em LEI, de saúde, que impediam festas. As postagens subsequentes ao pedido de um advogado que sua conduta fosse investigada pelo CNJ foram ainda mais “instigantes” aos novos fãs, já que o tom infantil do texto satisfez àquele público.

Concordância absosuta

O número de comentários em sua postagem sugerindo que ela fosse indicada à uma cadeira no STF foi o maior, e nesse ponto eu CONCORDO EM GRAU, NÚMERO E GÊNERO. A Exma Grilo tem o perfil ideal que combina com os integrantes atuais do atual Supremo e está bem próximo do perfil que seus novos fãs iriam gostar, já que o outro ídolo desses mesmos fãs escolheu Kássio Marques Nunes há pouco tempo.

Assim logo chegaríamos a primazia que tem o supremo tribunal venezuelano.

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