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Lendo: Mais de 80% dos estados aderem à proposta do governo federal para ‘auxílio-diesel’
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Economia

Mais de 80% dos estados aderem à proposta do governo federal para ‘auxílio-diesel’

Last updated: 2026/04/05 at 4:05 AM
O Divergente Published abril 5, 2026
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Mais de 80% dos estados aderem à proposta do governo federal para ‘auxílio-diesel’
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Vinte e dois dos 27 estados brasileiros sinalizaram concordar com a proposta do governo federal de criar um subsídio para a importação de diesel. A posição foi anunciada pelo Ministério da Fazenda, em nota conjunta com o Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz).

  1. Acre (AC);
  2. Alagoas (AL);
  3. Amazonas (AM);
  4. Bahia (BA);
  5. Ceará (CE);
  6. Distrito Federal (DF);
  7. Espírito Santo (ES);
  8. Maranhão (MA);
  9. Mato Grosso (MT);
  10. Mato Grosso do Sul (MS);
  11. Minas Gerais (MG);
  12. Paraíba (PB);
  13. Paraná (PR);
  14. Pernambuco (PE);
  15. Piauí (PI);
  16. Rio Grande do Norte (RN);
  17. Rio Grande do Sul (RS);
  18. Roraima (RR);
  19. Santa Catarina (SC);
  20. São Paulo (SP);
  21. Sergipe (SE); e
  22. Tocantins (TO).

Inicialmente, o governo do DF havia rejeitado o convite, mas voltou atrás nesta quarta-feira (1º). Amapá, Goiás, Pará e Rio de Janeiro esperam a publicação da medida provisória para decidir se vão aderir à iniciativa. Já o governo de Rondônia manifestou posição contrária em nota, na qual afirma que “é muito duvidoso que esta ação se reflita na redução do preço do diesel na bomba.”

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O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que o texto detalhando a política sai ainda esta semana. A intenção é implementar um auxílio de até R$ 1,20 por litro de diesel durante dois meses para empresas importadoras. Metade desse valor será paga pela União e os outros R$ 0,60 serão divididos proporcionalmente pelos governos estaduais participantes, de acordo com o volume do combustível consumido.

O impacto nos cofres dos estados seria de cerca de R$ 1,5 bilhão. A compensação será feita por meio da retenção de parte do Fundo de Participação dos Estados (FPE) de cada unidade da federação.

Estratégias

A nova estratégia substitui a proposta inicial de zerar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nos estados e se soma à isenção federal do PIS/Cofins e à subvenção de R$ 0,32 por litro já concedida pela União.

Esses movimentos surgem como providência do governo federal para conter a alta dos preços dos combustíveis no mercado internacional, influenciada principalmente pela guerra no Oriente Médio. Atualmente, cerca de 30% do diesel consumido no Brasil é importado. Assim, as medidas também buscam mitigar o impacto inflacionário, conter a elevação do custo do frete, o risco de desabastecimento e trazer maior estabilidade ao mercado no curto prazo.

Pixel Brasil 61

O Divergente abril 5, 2026
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