Preços do boi gordo subem na Grande São Paulo
Na última sessão de negociação, o boi gordo registrou aumento de 0,41% em relação ao dia anterior, atingindo R$ 356,10 por arroba. O indicador CEPEA/ESALQ mostra que o valor mensal subiu 3,40%, refletindo pressões de demanda em mercados internos e de exportação.
Frango congelado e resfriado apresentam variações
O frango congelado cotado em 8,32 R$ por quilo teve incremento de 0,12% no dia, enquanto o frango resfriado ficou em 8,35 R$. Ambos os produtos apresentam crescimento mensal acima de 13,5%, sinalizando fortalecimento da cadeia de abastecimento e ajustes de preços nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado.
Carcaça suína especial e suíno vivo em destaque
A carcaça suína especial valorizou 1,39% no dia, alcançando R$ 8,05 por quilo, com variação mensal de 10,12%. Em contrapartida, o suíno vivo apresentou o menor preço do conjunto de estados analisados, sendo negociado a R$ 4,63 no Paraná.
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Entendendo o termo boi gordo
O boi gordo corresponde ao bovino macho pronto para abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (cerca de 240 kg) e idade máxima de 42 meses. Ele atende aos padrões de mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
Diferenças entre frango congelado e resfriado
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de –12 °C, garantindo maior vida útil e viabilidade para transporte de longa distância. O frango resfriado, por sua vez, mantém temperatura entre 0 °C e 4 °C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Os dados refletem a dinâmica de oferta e demanda que influencia diretamente os preços ao consumidor final. Para produtores, a valorização do boi gordo e da carne suína indica oportunidades de margem, enquanto os varejistas enfrentam pressão para equilibrar preços e manter a competitividade. Para o consumidor, o aumento de preços no frango e na carne bovina pode impactar o orçamento familiar, exigindo ajustes na composição da cesta alimentar. Acompanhar os indicadores do CEPEA/ESALQ continua sendo essencial para entender as tendências do mercado e antecipar movimentos de preços.
