Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
O DivergenteO Divergente
  • Mundo
    • Cotidiano
  • Economia
  • Educação
  • Esportes
  • Política
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Entretenimento
    • Pessoas
    • Música
    • Cinema
    • Gastronomia
    • Séries
    • Cultura
    • Internet
    • Moda
    • Televisão
  • Artigos
Lendo: Separar a cobrança do fio e da energia pode reduzir os custos para o consumidor
Compartilhar
A|a
A|a
O DivergenteO Divergente
  • Pessoas
  • Cinema
  • Cultura
  • Internet
  • Moda
  • Música
  • Séries
  • Televisão
  • Fale conosco
  • Política de Privacidade
  • Expediente
Siga-nos
Economia

Separar a cobrança do fio e da energia pode reduzir os custos para o consumidor

Last updated: 2023/08/07 at 2:22 PM
O Divergente Published agosto 7, 2023
Compartilhar
COMPARTILHAR

Separar a cobrança da rede de distribuição e da geração de energia pode ajudar a reduzir os custos onerosos arcados pelos consumidores do mercado regulado. Atualmente, a tarifa cobrada desses consumidores (que representam a grande maioria da população brasileira) é composta em 23% pela taxa cobrada pela distribuidora para interligar a unidade ao sistema; 8% pelas transmissoras; 36% pelas geradoras e 33% são encargos e impostos que subsidiam outros tipos de consumo de energia no país.

Segundo o diretor-executivo do Conselho Mundial de Energia e professor da PUC-MG, Nelson Fonseca, essa separação — que já acontece no mercado livre — pode ajudar a diminuir os altos custos que os consumidores pagam no mercado cativo, aquele atendido pelas distribuidoras — em que não é possível escolher o fornecedor.

“O ideal é separar na tarifa o custo do fio do custo da energia. A distribuidora será remunerada pelo fio e a atividade de comercialização de energia fica então separada. Isso é feito já para os consumidores que estão no mercado livre.”

- Publicidade -

Dessa forma, o consumidor regulado teria dois contratos numa mesma tarifa, chamada de tarifa binômia: um para a conexão ao sistema elétrico, pago por uma taxa fixa mensal, e outro com o fornecedor de energia que ele achasse mais vantajoso.

A medida está sendo considerada pelo Ministério de Minas Energia (MME), que deve entregar nos próximos três meses uma proposta de reforma regulatória do setor elétrico brasileiro. Em nota, a pasta informou que “está em constante e intenso diálogo com o setor para discutir, ouvir, propor e, juntos, construir uma reforma regulatória do setor elétrico brasileiro”.

Sobreoferta de energia onera consumidor e hidrogênio verde pode ser solução

Brasil fica entre os últimos colocados em ranking do mercado livre de energia

Modernização do setor elétrico precisa avançar, avalia especialista

PL 414/2021

O MME ainda não informou se a proposta de reforma será encaminhada por meio de um novo projeto de lei ou se irá propor mudanças no PL 414/2021. O texto, que está em tramitação na Câmara dos Deputados, propõe um novo marco regulatório para o setor elétrico, com a expansão do mercado livre para os consumidores de todos os perfis e portes.

Segundo o professor Nelson Fonseca, o PL 414 já traz mudanças necessárias para proteger os consumidores cativos, como a criação de um encargo para o mercado livre para compensar as perdas das distribuidoras, até que a situação esteja equilibrada. “Então, na minha opinião, essas mudanças poderiam vir por meio do projeto de lei 414”, defende.

Já o diretor-presidente da Associação Nacional dos Consumidores de Energia (Anace), Carlos Faria, vê com otimismo a expectativa de uma nova proposta do governo federal para a reforma do setor elétrico. Em nota, ele disse que “o PL 414/21 acabou ficando defasado, e hoje novas questões precisam ser endereçadas, como os contratos legados no contexto da abertura completa do mercado livre e […] a necessidade de redução dos encargos setoriais, que hoje pressionam demasiado os custos finais da energia”.

O professor Nelson Fonseca propõe que os encargos que sobrecarregam o mercado cativo possam ser redistribuídos com o mercado livre e os contribuintes de impostos.

“Uma das maneiras de reduzir isso seria uma redistribuição da responsabilidade de pagamento destes encargos tarifários que poderia ser: colocar alguns encargos para o mercado livre junto com mercado cativo, ou seja, dar uma isonomia de tratamento para os dois ambientes, como também passar um desses encargos que constituem atividade de governo, por exemplo subsídio ao consumidor de baixa renda. Então isso poderia ser pago pelo contribuinte — e não pelo consumidor de energia elétrica.”

O deputado federal Joaquim Passarinho (PL-PA) ressaltou também a importância de investimentos em novas tecnologias em benefício do setor energético do país.

“A eficiência energética é uma prioridade no mundo atual. Não chegaremos a lugar nenhum sem pesquisa, estudos e principalmente investimentos em tecnologia. O setor precisa avançar.”

Fonte: Brasil61

O Divergente agosto 7, 2023
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Print
Artigo anterior Bruno Castaing abre a exposição “As Musas” no Espaço Eco Gaia Bruno Castaing abre a exposição “As Musas” no Espaço Eco Gaia
Próximo artigo Companhia de dança Itália faz primeira turnê no Brasil
Deixe um comentário Deixe um comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Publicidade

Política

Tribunal Superior Eleitoral divulga distribuição de R$ 4,9 bilhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para as Eleições Gerais de 2026
Tribunal Superior Eleitoral divulga distribuição de R$ 4,9 bilhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para as Eleições Gerais de 2026
Seminário da ACSP debate impactos da inteligência artificial no futuro do Brasil
Seminário da ACSP debate impactos da inteligência artificial no futuro do Brasil
Câmara aprova reforma da política agrícola para revitalizar Seguro Rural
Câmara aprova reforma da política agrícola para revitalizar Seguro Rural
Congresso Nacional entra em férias prolongadas após aprovação da PEC 221/2019 (2 e 3 de maio)
Congresso Nacional entra em férias prolongadas após aprovação da PEC 221/2019 (2 e 3 de maio)
Senado aprova projeto que permite renegociação de dívidas rurais com recursos do Fundo Social do Pré-Sal (27/04)
Senado aprova projeto que permite renegociação de dívidas rurais com recursos do Fundo Social do Pré-Sal (27/04)

Recentes

Rumo ao Hexa! Livia Chesed brilha em ensaio com pintura corporal e eleva a temperatura na web
Rumo ao Hexa! Livia Chesed brilha em ensaio com pintura corporal e eleva a temperatura na web
Sul-mato-grossense transforma luto em rap e lança carreira como Maverick
Sul-mato-grossense transforma luto em rap e lança carreira como Maverick
Coordenador da OBA e da OBAFOG recebe Prêmio Educação na Frente 2026 por contribuição à educação brasileira
Coordenador da OBA e da OBAFOG recebe Prêmio Educação na Frente 2026 por contribuição à educação brasileira
Empreender na educação: liderança, propósito e impacto social
Empreender na educação: liderança, propósito e impacto social
IA na infância: alerta para mediação e para a terceirização do pensamento
IA na infância: alerta para mediação e para a terceirização do pensamento

© 2016 O Divergente - Notícias entretenimento e atualidades do Brasil e do Mundo- Todos os direitos reservados

  • Fale conosco
  • Política de Privacidade
  • Expediente

Removido da lista de leitura

Desfazer
Bem vindo de volta!

Entre na sua conta

Perdeu sua senha?