A modelo trans Bruna Mendonça, que representou a Arábia Saudita no concurso Miss Copa do Mundo, causou polêmica após sua coroação. No entanto, ela revelou que transformou o assédio que recebe nas redes sociais em uma fonte de renda, faturando R$ 40 mil com jogadores famosos na sua plataforma adulta.

Segundo Bruna, ela recebe mensagens de jogadores, empresários e outras pessoas que se escondem atrás de perfis falsos, mas que se divertem com ela e a tratam como uma “fantasia proibida”. Ela afirma que nunca expôs a identidade de ninguém e que vê a situação mais como um reflexo social do que como escândalo.
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A polêmica em torno de Bruna Mendonça começou quando ela foi anunciada para representar a Arábia Saudita no concurso Miss Copa do Mundo, um país que criminaliza a comunidade LGBTQIA+. Ela compara a situação com o mundo inteiro, onde há um contraste entre o discurso e a realidade escondida.

A situação de Bruna Mendonça é complexa e envolve questões de liberdade de expressão, repressão social e identidade. Embora ela tenha transformado o assédio em uma fonte de renda, é importante lembrar que a repressão social é um problema mais amplo que afeta muitas pessoas.




