Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
O DivergenteO Divergente
  • Mundo
    • Cotidiano
  • Economia
  • Educação
  • Esportes
  • Política
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Entretenimento
    • Pessoas
    • Música
    • Cinema
    • Gastronomia
    • Séries
    • Cultura
    • Internet
    • Moda
    • Televisão
  • Artigos
Lendo: Gastos dos municípios com saúde superam em piso constitucional em 7,2% e sobrecarregam cofres locais
Compartilhar
A|a
A|a
O DivergenteO Divergente
  • Pessoas
  • Cinema
  • Cultura
  • Internet
  • Moda
  • Música
  • Séries
  • Televisão
  • Fale conosco
  • Política de Privacidade
  • Expediente
Siga-nos
Saúde

Gastos dos municípios com saúde superam em piso constitucional em 7,2% e sobrecarregam cofres locais

Last updated: 2026/09/03 at 4:15 AM
O Divergente / Brasil Published setembro 3, 2026
Compartilhar
Gastos dos municípios com saúde superam em piso constitucional em 7,2% e sobrecarregam cofres locais
COMPARTILHAR

Os gastos dos municípios com a área da saúde superaram o piso constitucional em 7,2% em 2025, estabelecido pela Emenda Constitucional (EC) 29/2000 e fixado em 15%. O dado integra a segunda edição de um relatório da Confederação Nacional de Municípios (CNM), baseado em dados declarados ao Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (Siops).

Índice
Comprometimento orçamentárioPrincipais despesas

O estudo destaca um panorama do impacto da Média e Alta Complexidade (MAC) do Sistema Único de Saúde (SUS) e aponta que, em 2025, os municípios brasileiros aplicaram, em média, 22,2% da receita resultante de impostos e transferências constitucionais em ações e serviços públicos de saúde.

- Publicidade -

O levantamento aponta que a elevação nos gastos dos municípios com saúde gera sobrecarga orçamentária nas administrações locais. Na avaliação da CNM, a sobrecarga financeira às cidades relacionada à área da saúde tem sido um dos principais desafios para a gestão municipal. 

Em nota, o presidente da Confederação, Paulo Ziulkoski, disse que os desafios vão além dos problemas com recursos. “Além da pressão orçamentária, a gestão municipal enfrenta o desafio de novos modelos de remuneração por “pacotes” e a fragmentação do financiamento via programas federais, como o Programa Agora Tem Especialistas (Pate)”, destaca.

Comprometimento orçamentário

O relatório ainda indica que 1.448 municípios reportaram aplicação superior a 25% de suas receitas próprias em saúde, ou seja, mais de 10 pontos percentuais acima do piso obrigatório. Conforme o estudo, dessas cidades, 445 aplicaram valores equivalentes ou superiores ao dobro do valor constitucionalmente obrigatório. 

Confira os maiores percentuais médios de aplicação de recursos em saúde observados por UF:

  • São Paulo: 25,1%;
  • Ceará: 24,8% e 
  • Rio de Janeiro: 24,6%. 

“Esses dados evidenciam um padrão de elevado comprometimento orçamentário dos entes municipais, com potenciais repercussões sobre a sustentabilidade fiscal local”, diz um trecho da publicação da CNM.

Segundo a entidade, a ampliação contínua da aplicação municipal em saúde demonstra que os governos locais têm assumido uma parcela crescente no financiamento do SUS, mesmo em um cenário de restrições fiscais e aumento da demanda por serviços públicos. 

Os dados declarados ao Siops indicam que 99,6% dos 5.560 municípios que prestaram informações ao sistema em  2025 cumpriram o limite mínimo constitucional de aplicação em ações e serviços públicos de saúde.

Principais despesas

A principal despesa municipal em saúde foi com Assistência Hospitalar e Ambulatorial. A participação no total dos gastos foi de 43,5% em 2020 para 45,8% em 2025, alcançando R$ 155 bilhões. 

Em seguida aparece a Atenção Primária à Saúde (APS), que aumentou de 34,6% para 36,2% no período e totalizou R$ 122 bilhões em 2025.

De acordo com o levantamento, de cada R$ 100 aplicados em saúde, cerca de R$ 82 foram destinados à Assistência Hospitalar ou à APS.

A CNM defendeu, em nota, medidas que readequem o modelo de financiamento do SUS.

“É imprescindível o desenvolvimento de medidas estruturantes que promovam a recomposição e readequação do modelo de financiamento do SUS, garantindo uma participação mais equitativa entre a União, os estados e os municípios”, destacou Ziulkoski, em nota.

 

Pixel Brasil 61

O Divergente / Brasil setembro 3, 2026
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Print
Artigo anterior Café hoje: confira cotações para esta quinta-feira (3) Café hoje: confira cotações para esta quinta-feira (3)
Próximo artigo CCJ do Senado aprova proposta que acaba com escala 6×1 CCJ do Senado aprova proposta que acaba com escala 6×1

Publicidade

Política

Eleições 2026: TSE define o que caracteriza deepfake em conteúdo eleitoral
Eleições 2026: TSE define o que caracteriza deepfake em conteúdo eleitoral
Eleições 2026: saiba como o eleitor pode fiscalizar a campanha e denunciar irregularidades
Eleições 2026: saiba como o eleitor pode fiscalizar a campanha e denunciar irregularidades
BTG/Nexus: Lula lidera no Nordeste e Sudeste, enquanto outros quatro candidatos testados têm vantagem nas demais regiões, no 2° turno
BTG/Nexus: Lula lidera no Nordeste e Sudeste, enquanto outros quatro candidatos testados têm vantagem nas demais regiões, no 2° turno
Setor produtivo pede adiamento da PEC que acaba com escala 6×1 para depois das eleições
Setor produtivo pede adiamento da PEC que acaba com escala 6×1 para depois das eleições
Eleições 2026: confira as atribuições de senadores e deputados
Eleições 2026: confira as atribuições de senadores e deputados

Recentes

Eleições 2026: TSE define o que caracteriza deepfake em conteúdo eleitoral
Eleições 2026: TSE define o que caracteriza deepfake em conteúdo eleitoral
CCJ do Senado aprova proposta que acaba com escala 6×1
CCJ do Senado aprova proposta que acaba com escala 6×1
Café hoje: confira cotações para esta quinta-feira (3)
Café hoje: confira cotações para esta quinta-feira (3)
Boi gordo hoje: confira cotações para esta quinta-feira (3)
Boi gordo hoje: confira cotações para esta quinta-feira (3)
Preço da soja abre em queda no interior do Paraná e em Paranaguá (quinta-feira (3))
Preço da soja abre em queda no interior do Paraná e em Paranaguá (quinta-feira (3))

© 2016 O Divergente - Notícias entretenimento e atualidades do Brasil e do Mundo- Todos os direitos reservados

  • Fale conosco
  • Política de Privacidade
  • Expediente

Removido da lista de leitura

Desfazer
Bem vindo de volta!

Entre na sua conta

Perdeu sua senha?