Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
O DivergenteO Divergente
  • Mundo
    • Cotidiano
  • Economia
  • Educação
  • Esportes
  • Política
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Entretenimento
    • Pessoas
    • Música
    • Cinema
    • Gastronomia
    • Séries
    • Cultura
    • Internet
    • Moda
    • Televisão
  • Artigos
Lendo: Rumo a um futuro brilhante ou o retorno de velhas crenças fracassadas?
Compartilhar
A|a
A|a
O DivergenteO Divergente
  • Pessoas
  • Cinema
  • Cultura
  • Internet
  • Moda
  • Música
  • Séries
  • Televisão
  • Fale conosco
  • Política de Privacidade
  • Expediente
Siga-nos
Economia

Rumo a um futuro brilhante ou o retorno de velhas crenças fracassadas?

Last updated: 2026/04/19 at 4:55 AM
O Divergente Published abril 19, 2026
Compartilhar
Rumo a um futuro brilhante ou o retorno de velhas crenças fracassadas?
COMPARTILHAR

Preocupado com o encaminhamento da questão de minerais críticos e estratégicos por algumas lideranças políticas, aparentemente mal informadas e, por isso, empenhadas em apresentar propostas que reproduzem erros do passado como alternativas para o presente e soluções para o futuro, tomei a liberdade de escrever uma reflexão sucinta, fruto de mais de 40 anos de experiência e trabalho na construção do Setor Mineral Brasileiro.

No momento em que o Governo, por razões puramente eleitoreiras, propõe a criação da TERRABRAZ, empresa estatal destinada a exercer um monopólio sobre os Minerais de Terras Raras, exumando do Cemitério da História iniciativas que, em um contexto mais amplo, o assombroso fantasma da estatização da exploração de nossos recursos minerais, entendo que, em vez perpetrar essa estupidez, o governo pode e deve construir uma estratégia de gestão de nossos recursos minerais mediante uma política simples e com maiores chances de sucesso, com medidas tais como:

  1. Entender a diferença entre minerais críticos (aqueles fundamentais para o sustento das nossas cadeias produtivas domésticas) e estratégicos (aqueles para os quais temos condições de produzir mais competitivamente para a o suprimento das cadeias produtivas globais).
  2. Elaborar uma metodologia para definição e atualização permanente das listas desses minerais.
  3. Aperfeiçoar a capacidade de fomento governamental por meio do BNDES/BNDESPar e dos fundos previdenciários, permitindo sua participação em projetos em fase de risco (exploração) e não apenas na fase de mais baixo risco (lavra/produção).

A par disso, é preciso implantar políticas públicas integradas, focadas na redução do famigerado “Custo Brasil”; tributação, ineficiência legal-burocrática, custos de energia e infraestrutura logística.

- Publicidade -

Só para ilustrar as possibilidades, lembro que, como é de conhecimento público, há muito que fundos de pensão ligados a sindicatos de professores e pessoas físicas que investem no mercado de capitais dos EUA e Canadá e detêm participações em empresas e projetos de exploração e produção de minerais críticos e estratégicos  no Brasil (não posso citar detalhes por razões de confidencialidade), enquanto fundos de pensão de grandes estatais brasileiras investiram, por exemplo, em títulos do Governo da Venezuela ou do Banco Master. Ou seja: o problema não é falta de meios, mas dos fins buscados.

Sem a implementação de medidas como as sugeridas e uma gestão fiscal que permita uma redução dos custos para investir e produzir, corremos o risco de criar um problema ainda maior: o de desperdiçar mais uma oportunidade que se abre para o país, por oportunismo eleitoreiro e miopia ideológica.

Infelizmente, o sinal da mazela da “estatização dos recursos minerais” já voltou a preocupar o mercado, como um fantasma conjurado pelos magos das soluções equivocadas, que tentam erguê-lo do túmulo da história, para mais uma vez assombrar o Setor Mineral e espantar os investidores.

Falando em fantasmas e pensando em idéias, vale lembrar, finalmente, que, segundo reza a lenda, um espírito mau confunde as mentes fracas e inspira as mentes fortes e mal-intencionadas. Controvérsias místicas à parte, é fato que as ideias ruins têm esse mesmo efeito: confundem os mal-informados e emula os mal-intencionados. Assim, na dúvida, urge exorcizarmos um e abandonarmos a outra evitando, assim, a maldição, por um lado, e os prejuízos, muitas vezes irreparáveis, por outro. Pois é tempo de se criar oportunidades para um futuro melhor e não de se repetir os fracassos do passado.

Pixel Brasil 61

O Divergente abril 19, 2026
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Print
Artigo anterior Orçamento familiar: Norte e Nordeste lideram comprometimento da renda no país, aponta Serasa Orçamento familiar: Norte e Nordeste lideram comprometimento da renda no país, aponta Serasa
Próximo artigo PREVISÃO DO TEMPO: chuvas intensas e trovoadas no oeste da Região Sul nesta segunda-feira (20) PREVISÃO DO TEMPO: chuvas intensas e trovoadas no oeste da Região Sul nesta segunda-feira (20)

Publicidade

Política

Eleições 2026: TSE abre período de convenções partidárias
Eleições 2026: TSE abre período de convenções partidárias
Congresso Nacional entra em recesso parlamentar de meio de ano
Congresso Nacional entra em recesso parlamentar de meio de ano
Relator do PL dos MEIs apresenta a ministro reajuste para demais faixas do Simples Nacional
Relator do PL dos MEIs apresenta a ministro reajuste para demais faixas do Simples Nacional
Senado fixa limite de 5% para retenção de repasses do FPE e FPM
Senado fixa limite de 5% para retenção de repasses do FPE e FPM
Senado aprova MP do frete sem o piso salarial de R$ 5 mil; veja o que vale
Senado aprova MP do frete sem o piso salarial de R$ 5 mil; veja o que vale

Recentes

Daparte transforma perda pessoal em música no delicado “Panos Brancos”
Daparte transforma perda pessoal em música no delicado “Panos Brancos”
Bella Zafira protagoniza “A Última Música”, spin-off sáfico que exalta a potência dos encontros, recomeços e a representatividade no audiovisual
Bella Zafira protagoniza “A Última Música”, spin-off sáfico que exalta a potência dos encontros, recomeços e a representatividade no audiovisual
Alhocca e Dhi Ribeiro celebram a alegria e a cultura brasileira no divertido pagode “Desculpinhas”
Alhocca e Dhi Ribeiro celebram a alegria e a cultura brasileira no divertido pagode “Desculpinhas”
Gabriel Elias dedica novo projeto aos filhos e transforma a própria casa em estúdio
Gabriel Elias dedica novo projeto aos filhos e transforma a própria casa em estúdio
Ana Paula, Nathi Zanin e Tati Weg são as Pimentinhas deste mês da Sexy
Ana Paula, Nathi Zanin e Tati Weg são as Pimentinhas deste mês da Sexy

© 2016 O Divergente - Notícias entretenimento e atualidades do Brasil e do Mundo- Todos os direitos reservados

  • Fale conosco
  • Política de Privacidade
  • Expediente

Removido da lista de leitura

Desfazer
Bem vindo de volta!

Entre na sua conta

Perdeu sua senha?