Café, açúcar e milho registram variações no preço em São Paulo
Na quinta-feira (05/02), o mercado de commodities em São Paulo registrou variações significativas no preço de café, açúcar e milho. De acordo com o Cepea/Esalq-USP, o café arábica apresentou baixa de 2,03%, sendo negociado a R$1.931,50 por saca de 60 kg. Já o café robusta desvalorizou 1,46% e está sendo negociado a R$1.079,10.
Os preços do açúcar cristal também sofreram alterações, com queda nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg registra baixa, cotada a R$102,82. Em Santos (SP), a mercadoria é negociada a R$108,39, com desvalorização de 0,79%.
Por outro lado, o milho apresentou alta de 0,24%, sendo negociado a R$66,44 por saca de 60 kg.
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É importante destacar que essas variações podem ser influenciadas por fatores como a demanda, a oferta, as condições climáticas e as políticas governamentais. Além disso, os preços podem variar dependendo da região e do tipo de produto.
Os dados são do Cepea/Esalq-USP e são considerados importantes para os setores de agricultura, indústria e comércio.
Características e uso das variedades de café
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil. O café arábica é conhecido por seu sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Já o café robusta possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso, sendo amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais.
Padronização da saca de açúcar cristal
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
Peso da saca de milho no Brasil
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
