Na noite de 5 de novembro de 2025, a cantora Ludom lançou seu segundo álbum de estúdio, intitulado Ludom, que já se tornou referência na cena musical brasileira e recebeu indicação ao Latin Grammy® na categoria Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa.
O disco mistura MPB, hip‑hop, gospel e afro‑jazz, refletindo a trajetória da artista que, ao renomear‑se, reafirma sua identidade e missão de levar a música negra e diaspórica a novos públicos.
Produzido pelo selo Toca Discos e distribuído pela Universal Music Brasil, o álbum conta com 11 faixas, produção coletiva de Felipe Rodarte, Ilarindo, Ludom, Rodrigo Ferrera e Theo Zagrae, direção artística de Constança Scofield e participação especial de Bia Ferreira.
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Para Ludom, o trabalho representa a força da música brasileira, negra e diaspórica, permitindo que “nossas histórias, sons e perspectivas atravessem fronteiras”. Ela descreve o álbum como um “renascimento” de uma mulher mais firme, vivida e ousada.
O som do disco combina referências da MPB, Fela Kuti, Mulatu Astatke, rap, hip‑hop e gospel, resultando em um estilo afro‑diaspórico e refinado, ainda que pop. As letras abordam fim de relacionamentos, esgotamento mental, questões existenciais e injustiças sociais.
A indicação ao Latin Grammy destaca Ludom como uma das artistas mais promissoras que desafiam fronteiras culturais e linguísticas, contribuindo para a visibilidade da música afro‑diaspórica no Brasil e no mundo.
